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JET SET BANTU

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Jet set bantu - 6400 milionários em 6 anos e 7 formas de destruir um país Mais que muitas vezes ouvimos falar no jet set, mas menos no termo bantu . Nesta abrupta diferença temos visto surgir uma ponte aérea que faz questão de unir estes dois termos tão etimologicamente apartados. Ambas as designações se referem a um conjunto de indivíduos, no entanto, só em algumas ocasiões se tornam no mesmo grupo. Não tão raras vezes há um grupo bantu que atravessou a Kalunga até à terra dos mortos para virar jet set . Numa azáfama maluca para dar ao país algo que noutros países também há (inquestionavelmente) criaram-se 6400 milionários do erário público em 6 anos. O famoso jet set bantu não provém de herdeiros de fortunas de alguém que construiu um império, assim como os famosos Hilton. Mas sim da delapidação do “bem comum”, numa forma de subsídio ilimitado para não privar o país de algo tão singelo como um grupo de pessoas que anda de jato e cuja inutilidade é indiscutível.  ...

Arquitectura em Angola - IMETRO

https://www.archdaily.com.br/br/872421/arquitectura-em-angola-a-realidade-da-arquitetura-e-o-urbanismo-pos-guerra-civil-angolana O desenvolvimento do país está intrinsecamente ligado à construção de cidades. Angola encontra-se num processo de construção de cidades e modelos urbanos que respondam às necessidades dos cidadãos. A qualidade de vida passa pela solução de equação energia, água, transporte, habitação, espaço público, emprego e infraestrutura. O papel dos técnicos de planeamento urbano é fundamental no processo de distribuição dos recursos no que se refere à fruição e uso equitativo dos mesmos. Só um planeamento com base em dados estatísticos e um sistema de informação geográfica poderá promover um desenvolvimento sócio -económico que assegure assentamentos humanos onde todos possam desfrutar de direitos e oportunidades iguais.

Nas voltas do Poder "que os fortes que fizeram o que quiseram sofram o que devem"

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No contexto político, poder, é uma das palavras mais repetida sobre uma teia opaca. Há o poder institucional, e segundo algumas teorias de conspiração afiadas de má língua, há o verdadeiro poder. Nestes jogos de poder até o rei eleito em sufrágio universal pode acabar manietado numa peça de vários actos. Mas verdade absoluta é que nem o super-homem e nem a superpotência estadunidense têm o poder total. Numa Terra única onde se desenharam fronteiras de 200 países é preciso convencer diplomaticamente ou coercivamente. E para ambas as situações deter o poder é condição sine qua non seja ao nível militar ou da inteligência. Mesmo o mais poderoso despende energia na criação de um imaginário onde se definem: bons, maus e neutros . Não fosse os mass media o quarto poder. Estruturado o guião e conhecidos os vilões iniciam-se as hostilidades geoestratégicas. E como num bom filme de acção os bons sempre vencem, dos neutros não reza a história.  Angola neste momento em jeito de Phoenix pa...