Nas voltas do Poder "que os fortes que fizeram o que quiseram sofram o que devem"
No contexto político, poder, é uma das palavras mais repetida sobre uma teia opaca. Há o poder institucional, e segundo algumas teorias de conspiração afiadas de má língua, há o verdadeiro poder. Nestes jogos de poder até o rei eleito em sufrágio universal pode acabar manietado numa peça de vários actos. Mas verdade absoluta é que nem o super-homem e nem a superpotência estadunidense têm o poder total. Numa Terra única onde se desenharam fronteiras de 200 países é preciso convencer diplomaticamente ou coercivamente. E para ambas as situações deter o poder é condição sine qua non seja ao nível militar ou da inteligência. Mesmo o mais poderoso despende energia na criação de um imaginário onde se definem: bons, maus e neutros . Não fosse os mass media o quarto poder. Estruturado o guião e conhecidos os vilões iniciam-se as hostilidades geoestratégicas. E como num bom filme de acção os bons sempre vencem, dos neutros não reza a história. Angola neste momento em jeito de Phoenix pa...